Crítica - Before I Wake (2016)

Análise ao novo filme de terror realizado por Mike Flanagan, "Before I Wake". Por Sarah Queiroz.

TOP 10 Melhores: Filmes de Terror de 2015

Confiram o nosso TOP 10 Melhores Filmes de Terror de 2015! Concordam? Por Sarah Queiroz

Especial Colaborações do Cinema: Neill Blomkamp e Sharlto Copley

Vejam o nosso especial colaborações do cinema, em que percorremos a filmografia do realizador Neil Blomkamp que conta com a colaboração de Sharlto Copley. Por Sarah Queiroz

TOP 5 Melhores Filmes: Scarlett Johansson

Confiram a nossa lista dos 5 melhores filmes protagonizados pela bela Scarlett Johansson. Por Sarah Queiroz

TOP 10 Melhores Filmes - "Body Horror"

Confiram o nosso TOP 10 Melhores Filmes "Body Horror". Por Sarah Queiroz

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Óscares 2011


Photobucket

Eram duas da manhã e estava acordada, pronta a assistir a mais uma gala dos Óscares, juntamente com a minha irmã Sara e via telefone com o meu caro amigo Pedro Gonçalves. Devo dizer que foram 4 horas sem sono um pouco desperdiçadas, porque a gala em si não foi nada de especial. Contudo, a noite prometia, e de facto houve um grande sketch inicial, deveras brilhante:



A 83ª cerimónia dos Óscares foi uma gala renhida, em que já era sabido que haveria muita distribuição de Óscares pelos filmes, não havendo nenhum que arrecadasse todos. Muitos favoritos, e sem grandes surpresas (principalmente nos Óscares de representação). As surpresas da noite foram as vitórias de Melhor Realizador e Melhor Filme para o Discurso do Rei (deveriam ser, na minha opinião, para Darren Aronofsky e Black Swan), os dois Óscares para Alice in Wonderland e o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro para In a Better World (
devo admitir que só errei em 4 categorias). Um grande ponto positivo foi Inception, que levou para casa 4 Óscares bem merecidos.
Não foi uma grande cerimónia, apesar de não ter sido tão aborrecida como a do ano passado.
Não foi uma cerimónia histórica nem tão deslumbrante como poderia ter sido, e realmente esperava mais de James Franco e Anne Hathaway como apresentadores... muito forçados, Franco parecida muito desinteressado e Hathaway demasiado excitada. Mas houve um bom momento, em que Franco se vestiu de Marilyn Monroe.
À excepção do momento "F word" de Melissa Leo, não houveram incidentes. Os lendários Billy Cristal e Kirk Douglas forneceram dos momentos mais altos da gala.

Os grandes derrotados da noite foram True Grit e 127 Horas, tendo 10 e 6 nomeações respectivamente, que não foram galardoados. Já Black Swan levou apenas um Óscar, com Natalie Portman a merecê-lo irrevogavelmente.
Já David Fincher também saiu de mãos a abanar.

Vencedores :

MELHOR FILME

Photobucket

O Discurso do Rei
Cisne Negro
The Fighter - Último Round
A Origem
Os Miúdos Estão BeM
127 Horas
A Rede Social
Toy Story 3
Indomável
Winter's Bone


MELHOR ACTOR PRINCIPAL

Photobucket

Colin Firth (O Discurso do Rei)
Javier Bardem (Biutiful)
Jeff Bridges (Indomável)
Jesse Eisenberg (A Rede Social)
James Franco (127 Horas)


MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO

Photobucket

Christian Bale (The Fighter - Último Round)
John Hawkes (Winter's Bone)
Jeremy Renner (A Cidade)
Mark Ruffalo (Os Miúdos Estão Bem)
Geoffrey Rush (O Discurso do Rei)


MELHOR ACTRIZ PRINCIPAL

Photobucket

Natalie Portman (Cisne Negro)
Annette Benning (Os Miúdos Estão Bem)
Nicole Kidman (Rabbit Hole)
Jennifer Lawrence (Winter's Bone)`
Michelle Williams (Blue Valentine)


MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA

Photobucket

Melissa Leo (The Fighter - Último Round)
Amy Adams (The Fighter - Último Round)
Helena Bonham Carter (O Discurso do Rei)
Hailee Steinfeld (Indomável)
Jacki Weaver (Animal Kingdom)


MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO

Photobucket

Toy Story 3
Como Treinares o Teu Dragão
O Mágico


MELHOR DIRECÇÃO ARTÍSTICA

Photobucket

Alice no País das Maravilhas
Harry Potter e Os Talismãs da Morte Parte 1
A Origem
O Discurso do Rei
Indomável

MELHOR GUARDA ROUPA

Alice no País das Maravilhas


MELHOR FOTOGRAFIA

A Origem
Cisne Negro
O Discurso do Rei
A Rede Social
Indomável


MELHOR REALIZADOR

Tom Hooper (O Discurso do Rei)
Darren Aronofsky (Cisne Negro)
David O. Russell (The Fighter - Último Round)
David Fincher (A Rede Social)
Joel e Ethan Coen (Indomável)


MELHOR DOCUMENTÁRIO

Inside Job
Exit Through the Gift Shop
Gasland
Inside Job
Restrepo
Waste Land

MELHOR EDIÇÃO

A Rede Social
Cisne Negro
The Fighter
O Discurso do Rei
127 Horas



MELHOR FILME ESTRANGEIRO

Photobucket

In a Better World (Dinamarca)
Biutiful (México)
Canino (Grécia)
Incendies (Canadá)
Fora da Lei (Argélia)


MELHOR CARACTERIZAÇÃO

O Lobisomem
Barney's Version
The Way Back

MELHOR BANDA-SONORA

Photobucket

A Rede Social (Trent Reznor e Atticus Ross)
Como Treinares o Teu Dragão (John Powell)
A Origem (Hans Zimmer)
O Discurso do Rei (Alexandre Desplat)
127 Horas (A.R. Rahman)


MELHOR CANÇÃO

Photobucket

"We Belong Together" (Toy Story 3) - Randy Newman
"Coming Home" (Country Song) - Tom Douglas, Troy Verges e Hillary Lindsey
"I See the Light" (Entrelaçados) - Alan Menken e Glenn Slater
"If I Rise" (127 Horas) - A.R. Rahman, Dido e Rollo Armstrong


MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO

Photobucket

The Lost Thing
Dia e Noite
The Gruffalo
Let's Pollute
Madagascar, A Journey Diary


MELHOR CURTA METRAGEM

God of Love
The Confession
The Crush
God of Love
Na Wewe
Wish 143

MELHOR EDIÇÃO DE SOM

Photobucket

A Origem
Toy Story 3
Tron: Legacy
Indomável
Imparável



MELHOR MISTURA DE SOM

Photobucket

A Origem
O Discurso do Rei
Salt
A Rede Social
Indomável


MELHORES EFEITOS VISUAIS

Photobucket

A Origem
Alice no País das Maravilhas
Harry Potter e os Talismãs da Morte Parte 1
Hereafter - Outra Vida
Iron Man 2


MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO

Photobucket

A Rede Social
127 Horas
Toy Story 3
Indomável
Winter's Bone

MELHOR ARGUMENTO ORIGINAL

Photobucket

O Discurso do Rei
Um Ano Mais
The Fighter - Último Round
A Origem
Os Miúdos Estão Bem


Número de óscares:


The King's Speech - 4

Inception -4

The Social Network - 3

The Fighter - 2

Alice in Wondeland -2

Toy Story 3 - 2

Black Swan -1


Para o ano parece que há mais.

por Joana Queiroz

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Óscares - Previsões


Criticamos, rotulamos, insultamos e até menosprezamos a Academia, mas a verdade é que não há melhor época nos cinemas do que a época dos Óscares e estes prémios serão sempre os galardões máximos do cinema mundial e estarão sempre na ordem do dia.
Penso que já há algum tempo que não tínhamos uma gala que oferecesse tantas dúvidas e tanta expectativa como esta. É verdade que no passado ano havia um interessante duelo entre “Sacanas Sem Lei”, “Avatar” e “Estado de Guerra” que se revelou um autêntico roubo de igreja ao filme de Tarantino
, mas este ano, no seu conjunto, os filmes são bem mais interessantes.

Indo directamente ao assunto, é certo que temos 10 nomeados para Melhor Filme, mas na minha opinião, apenas 4 estão verdadeiramente a concorrer ao prémio e reduzindo esse p
rémio a esses 4, a partir daí torna-se tudo verdadeiramente imprevisível. Falo de “O Discurso do Rei”, “Cisne Negro”, “Indomável” e “A Rede Social”. Todos eles têm argumentos a favor, que se transformam em “contras” para todos os outros. “O Discurso do Rei” é um filme épico e maravilhoso, sem dúvida o melhor dos 4 que aqui seleccionei.

Mas numa Academia constituída por 4000 velhotes orgulhosamente americanos, duvido que deixem o Óscar escapar para uma produção britânica, sobre uma história britânica, com um ambiente do mais britânico que há e dum realizador britânico. “Indomável” surge como o oposto disto tudo. Além de ter saído das mentes de dois dos meninos bonitos da Academia, é uma adaptação de um Western com um lendário James Dean, que faz ainda inevitáveis referências a Clint Eastwood e tantos outros que todos juntos constituem a fórmula do “orgulho americano”, aliás, filme mais americano não poderia haver. Depois temos “Cisne Negro”, o “intruso” deste grupo mais restrito, um filme extremamente bem concebido, com uma interpretação histórica de Natalie Portman e uma realização espectacular de Darren Aronofsky. Ainda assim, a Academia é historicamente afectada por filmes demasiados complicados para a sua cabeça, com uma carga emocional excessiva e é por aqui que o filme vai acabar por perder a mais desejada estatueta. Quanto à “Rede Social”, é outro produto que emana imensa vaidade americana. Além de retratar na perfeição aquilo que foram as últimas gerações jovens de todo o mundo, invoca um produto americano que passou a controlar as vidas de toda a gente. Além disto, foi feito por David Fincher, outro grande nome do cinema Americano.
Resumindo, o que eu queria era que o Óscar fosse para “Discurso do Rei” ou “Cisne Negro”, mas o que eu espero é que o mesmo seja entregue a “A Rede Social” ou “Indomável”.

Passando rapidamente pelas outras categorias, o Melhor Actor é sem dúvida Colin Firth, mas ficará assombrado pelas brilhantes prestações de James Franco e de Jeff Bridges até que o prémio seja anunciado. No que toca à Melhor Actriz, Natalie Portman tem de levar o Óscar e aqui penso qu
e não haverá grandes dúvidas.

O Melhor Actor Secundário só pode ser Christiane Bale, mas tal como Colin Firth, será também assombrado por Geofrey Rush e por Mark Ruffalo. No que toca à Actriz Secundária, o prémio será de certeza disputado apenas por Melissa Leo e por Haille Steinfield.
O Melhor Argumento destes Óscares é o de “A Origem”. Caso a Academia não queria premiar este filme, então irá para “Discurso do Rei”. O Argumento Adaptado é o de “127 Horas”, mas este Óscar vai ser entregue a “Indomável”, quase sem sombra de dúvidas. O Melhor Realizador, na minha opinião teria de ser “Darren Aronofsky”, mas estou mesmo a ver o Óscar a ir injustamente para os Irmãos Coen ou para David Fincher.
O Melhor Filme de Animação é o “Entrelaçados” (que nem sequer está nomeado), mas o Óscar vai para “Toy Story 3”, mais uma vez em nome do “orgulho americano”.
O Melhor Filme Estrangeiro é o dinamarquês “In a Better World”, mas Iñarritu vai assombrar este prémio com o seu “Biutiful”.
Nas categorias técnicas, conto com um justo predomínio de “A Origem”, mas “O Discurso do Rei” e “Indomável” poderão marcar alguns pontos nestas categorias. O principal confronto será pela estatueta de Melhor Fotografia, totalmente imprevisível na minha opinião.
Enfim, será certamente uma grande noite, com James Franco e Anne Hathaway a voltarem a devolver o verdadeiro espectáculo ao Kodak Theatre, que já deve ter saudades da excelente noite que Hugh Jackman proporcionou há dois anos atrás (sim, odeiei Alec Baldwin e Steve Martin). Amanhã veremos como me portei neste Totoloto da Academia.


por Pedro Gonçalves

Sobre Nós

Brevemente.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Downfall (2004)



“I always make mistakes when I'm dictating.”

Um filme que retrata o maior ditador da História constitui um grande desafio. O filme peca em algumas coisas, e é grande noutras. O filme foi controverso na Alemanha porque algumas pessoas consideraram que houve um retrato muito "humano" de Adolf Hitler- uma controvérsia pouco inteligente,na minha perspectiva. Podem nunca ter visto o filme (mas aconselho a ver), mas com certeza que toda a gente conhece a famosa cena em que Adolf Hitler grita com os seus subordinados, cena essa que invadiu o Youtube como uma série de divertidas e diferentes paródias.

A premissa é conhecida: a Alemanha Nazi está prestes a perder a guerra. O filme retrata os últimos doze dias da vida do ditador nazi Adolf Hitler, encerrado num bunker de uma Berlim em ruínas, cercada pelos russos e já irremediavelmente perdida. A história do filme é baseado nos livros de Joachim Fest "Der Untergang" e "Bis zur letzten Stunde" de Traudl Junge (secretária de Hitler), portanto o filme tem como grande ponto positivo ser Historicamente correcto.

A realização não é perfeita, há alguns deslizes, como também no desenrolar da narrativa. No início do filme achei que seria um filme decepcionante, as situações são um pouco forçadas e são filmadas de uma maneira estranha, mas isso rapidamente muda. O realizador conseguiu retratar a face "não monstruosa" de Hitler de uma maneira impecável e tangível, e o filme foi criticado por isso, mas considero um ponto muito forte. Confesso que a imagem de Hitler a chorar ainda está queimada na minha retina, é algo que não se processa no cérebro, pois é raro vermos uma tentativa de estimar o ditador como um ser humano e não como "monstro": consegue ser educado e "normal" ao mesmo tempo que troca para uma impiedosa e brutal figura que dita a morte de milhões. Na minha perspectiva, o realizador foi muito inteligente nesta abordagem, pois é muito mais chocante e força-nos a considerar a hipótese de termos um "monstro" adormecido em cada um de nós, há espera de ser acordado por fanatismo ideológico, tal como em Hitler. É-nos muito conveniente percepcionarmos o ditador como um ET, pois assim vemos o Nazismo apenas como uma patologia alemã e não como uma fatalidade da condição humana.

Bruno Ganz é um actor veterano que conseguiu uma interpretação de Hitler digna de um Óscar: transcende a estereotipada figura do ditador alemão para retratá-lo com um “humanismo” real e corroído pelo ódio e mania da grandeza. Ganz até estudou a doença de Parkison e observou doentes num hospital suíço para se preparar para o papel (especula-se que Hitler so

fria da doença). A interpretação está de tal forma brilhante que se quase começa a pensar que Ganz é de facto o Führer: os maneirismos e a sua doentia filosofia de vida são de facto muito convincentes, as pessoas conseguem perceber finalmente o porquê de na altura muitas pessoas se sentirem atraídas pelo carisma de Hitler,mas não esquecendo os terríveis crimes cometidos por esse homem corroído. Joseph Goebbels está bem retratado, mas poderia ser melhor: Goebbels era o mais inteligente no círculo pessoal de Hitler, e no filme nem parece assim tanto. As figuras Heinrich Himmler e Albert Speer estão bem retratadas também, mas perguntava-me às vezes “mas quando é que Hermann Göring aparece?”, sendo apenas mencionado. Alexandra Maria Lara como a secretária de Hitler não está má, mas eu acho que tenho algum problema com a actriz.

O filme torna-se inesquecível com algumas cenas marcantes e é completamente desprovido de alguma forma de comercialismo, sendo uma boa recreação dos últimos dias de Hitler e consequentemente do Nazismo.Downfall tem um poder emocional forte que peca pela sua excessiva duração e uma tendência para realçar alguns aspectos óbvios da História; é um filme difícil . Porém, deve ser visto: o cinesta alemão Oliver Hirshbiegel conseguiu um grande relato de um dos maiores tiranos da História, no entanto uma figura Histórica notável e incompreendida.



EXAME

Realização: 7.5/10
Actores: 9.5/10
Argumento/Enredo: 8/10
Duração/Conteúdo: 7/10
Transmissão da principal ideia do filme para o espectador: 8/10


Média global: 8/10

Crítica feita por Joana Queiroz



Informação

Título em português: A Queda: Hitler e o Fim do Terceiro Reich
Título original: Der Untergang
Ano: 2004
Realização: Oliver Hirshbiegel
Actores: Bruno Ganz, Alexandra Maria Lara, Ulrich Matthes



Trailer do filme:

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Ficção Científica em 2011

Este ano haverão algumas estreias que parecem ser promissoras, e que despertam muita curiosidade. Podemos contar com uma Ficção Científica com traços de terror, guerra, genética e super poderes. Será que 2011 poderá ser um bom ano para o Sci-Fi?

Splice

Photobucket

Estreia em Portugal dia 3 de Março de 2011. É um filme que já estreou nos EUA em Junho do ano passado, mas a estreia em Portugal foi mais demorada. Conta com as interpretações de Sarah Polley e o galardoado Adrien Brody.
Splice conta a história de dois cientistas que criam uma criatura misturando DNA de animais com DNA humano.

Trailer:




I am Number Four

Photobucket

Parece que os teen films passam também pela ficção científica, nos cinemas portugueses no dia 17 de Março de 2011.
Com Alex Pettyfer e Diana Agron, o filme
traz a história de nove alienígenas que tentam se adaptar ao planeta Terra após a destruição do seu planeta por uma espécie inimiga chamada Mogadore.

Trailer:



Monsters


Photobucket

Outro filme de aliens estreia em Portugal no dia 24 de Março de 2011. Faz-me lembrar District 9, a ver vamos.
A NASA descobriu a possibilidade de vida inteligente dentro do nosso Sistema Solar. Assim, foi enviada uma sonda espacial à procura de vida extraterrestre. Quando o material retorna ao planeta, um buraco gigantesco se forma na região do México. Sem saber exactamente o que fazer, autoridades militares declaram estado de quarentena no local. Não demora muito a aparecer as primeiras criaturas que vieram junto com a sonda.

Trailer:




Battle:Los Angeles


Photobucket

Poderão assistir a Battle:Los Angeles a partir de dia 21 de Abril de 2011.
Os eventos do filme são baseados na Batalha de Los Angeles, ocorrida durante a 2ª Guerra Mundial, em que forças militares abriram fogo contra um objecto voador não identificado. O filme passa-se nos dias de hoje, em Los Angeles, e segue um corpo de fuzileiros durante uma invasão de aliens. Promete muita acção!

Trailer:




Source Code

Photobucket

Duncan Jones, depois de Moon-O Outro Lado da Lua, volta a presentear-nos com mais um thriller de ficção científica, a estrear dia 5 de Maio de 2011.
O filme tem uma história intrigante. Um soldado participante de um programa governamental acorda num corpo de uma pessoa desconhecida num comboio e é vítima de um atentado terrorista. Depois, acorda novamente no mesmo local por inúmeras vezes até conseguir encontrar o responsável pelo atentado.

Conta com a interpretação de Jake Gyllenhall.

Trailer:




X Men: First Class


Photobucket

A febre de X-Men voltará a atacar Portugal a partir de dia 2 de Junho de 2011.
O filme constitui uma prequela para os três primeiros filmes. É passado na década de 1960,e tem como foco a relação entre o Professor X e Magneto, e a origem dos seus respectivos grupos: X-Men e a Irmandade de Mutantes. O filme conta com James McAvoy, Michael Fassbender e Kevin Bacon.

Trailer:




E ainda:
Transformers 3 - 30 de Junho de 2011
Rise of the Apes - 23 de Julho de 2011
Green Lantern - 28 de Julho de 2011

Sem data prevista para Portugal:


Apollo 18


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Moon (2009)


"250,000 miles from home, the hardest thing to face...is yourself."
Mal me conseguia lembrar da última vez que um filme de Ficção Científica tinha tido um efeito relevante em mim. Após a visualização de Moon, isso mudou. Longe do estereótipo hollywoodesco, o estreante realizador Duncan Jones presenteia-nos com um filme que se aproxima bastante das obras máximas de Ficção Científica: Solaris de Tarkovsky e 2001 A Space Odissey de Kubrick; deste modo, Moon contraria o conceito de Ficção Científica de hoje em dia, em que apenas os efeitos especiais parecem importar. Por motivos que nem sei bem designar, Moon não recebeu as tão merecidas nomeações pela Academia.

Num futuro próximo, a humanidade mina a Lua para obter 70% da energia consumida na Terra. O astronauta Sam Bell está há três anos numa nave na Lua, mas o seu contrato está prestes a terminar. Contudo, Sam Bell faz uma descoberta singular e pertubadora, que o faz questionar de si próprio e faz com que o regresso a casa seja adiado, com crescente sentido de paranóia.

O argumento é deslumbrante e estonteante, por parte de Nathan Parker. Somos confrontados com as pressuposições do auto-conhecimento, o processo de auto-entendimento da personagem principal, com códigos moralistas. É, na sua total conotação, uma revelação de identidade. Como disse à pouco, Duncan Jones (e filho de David Bowie) estreou-se na realização, e digo que é uma estreia inspiradora e gritante. Contam-se pelos dedos os realizadores que se conseguem estrear tão brilhantemente. O cineasta é convicto e sensibiliza-nos com uma moralidade, e uma consequente análise dessa, debatendo ideias sobre um futuro não tão distante com uma história singular como cenário; tentou fugir a clichés de Hollywood e criar algo interessante, uma narrativa num ambiente futurista, focando-se apenas na história. O inteligente choque entre os dois clones, Sam e Sam, e o desenvolvimento da sua amizade e a moral envolvida é fascinante.
O realizador fez claras referências a obras máximas de ficção científica, o ambiente criado e o clima psicológico são claros paralelismos que Duncan Jones faz. A vivência e perturbações da personagem Sam são facilmente análogas à dimensão filosófica de Solaris. Contudo, preciso referir que por ter evocação a alguns filmes não significa que seja repetitivo ou que tenha uma “fórmula clonada”, nada disso. Moon consegue ser mais do que um filme de Ficção Científica.

Devo também destacar a cinematografia. Gary Shaw foi perfeito, a fotografia está impressionante. O realizador fugiu ao máximo de efeitos visuais exagerados e de CGI, tendo como cenário principal a base lunar (que faz mesmo lembrar a obra de Kubrick) e joga com o clima psicológico que abala durante todo o filme. Esse mesmo desenvolvimento gradual do ambiente "pesado" é perfeitamente conjugado com prodigiosa banda sonora de Clint Mansell.
O actor Sam Rockewell é o filme, sustentou-o, tem uma interpretação notável! Nunca foi nomeado para os Óscares, e injustamente. Com Moon, Sam Rockwell veio provar que merece de uma vez por todas a estatueta dourada. O actor brinda-nos com uma interpretação emocional, física, psicológica: diligente e multi-facetado, testa-se e temos aqui a prova absoluta do seu magnífico talento.

Em suma, Moon revela-se um magnífico filme do cineasta Duncan Jones, que nos brinda com uma deslumbrante premissa explorada competentemente, uma estrondosa interpretação de Sam Rockwell e gritante banda sonora de Mansell. Como pontos negativos, não que concorde particularmente: talvez a falta de "acção" que pode não ser muito estimulante, e o facto de poder ser um pouco confuso.
Prevejo que Moon é o próximo detentor de "clássica obra-prima" e que Duncan Jones será considerado um génio do Cinema. Contudo, esperemos que Moon ultrapasse o teste do tempo.


EXAME

Realização: 9/10
Actores: 10/10
Argumento/Enredo: 8/10
Duração/Conteúdo: 8/10
Efeitos/Fotografia: 9/10
Banda Sonora: 9/10
Transmissão da principal ideia do filme para o espectador: 7/10

Média global: 8.5/10

Crítica feita por Joana Queiroz

Informação

Título em português: Moon – O Outro Lado da Lua
Título original: Moon
Ano: 2009
Realização: Duncan Jones
Actores: Sam Rockwell, Kevin Spacey e Dominique McElligott

Trailer do filme:


domingo, 20 de fevereiro de 2011

Terror em 2011

2011 parece ser um ano de bons filmes (esperemos). Relativamente ao género Terror, o que é que poderemos esperar de 2011? Aqui ficam alguns dos títulos que poderemos ver este ano!

Scream 4

Photobucket

Wes Craven, mestre do terror, volta a brindar-nos com o quarto capítulo da clássica saga slasher Scream. Scream 4 tem data prevista para dia 21 de Abril 2011.
Parece que Sidney Prescott ainda tem umas contas a ajustar com o Ghostface, a não perder.

Trailer:



La Posesión de Emma Evans

Photobucket

O filme terá a sua estreia nos cinemas portugueses dia 3 de Março de 2011.
Emma Evans (Sophie Vavasseur) é uma adolescente que tem aulas em casa. O seu comportamento incontrolável leva-a a crer que está possuída pelo Diabo. Quando acontecimentos terríveis começam a acontecer, os pais de Emma pedem ajuda a um padre para fazer um exorcismo secreto.A ver se não cai nos clichés.


Trailer:



The Rite


Photobucket

Com Anthony Hopkins, parece um thriller com traços de terror promissor. The Rite tem a sua data de estreia confirmada para dia 10 Março de 2011.
Inspirado em factos verídicos, o filme narra a história do céptico seminarista Michael Kovak (Colin O’Donoghue) que frequenta uma escola de exorcismo no Vaticano. Quando ele encontra o ortodoxo Padre Lucas (Anthony Hopkins),a sua vida muda, pois é-lhe apresentado o lado mais obscuro da sua fé.

Trailer:



Los ojos de Julia


Photobucket

Este filme promete assustar os portugueses a partir de dia 28 de Abril de 2011.
Parece ser um filme intrigante, que conta a história de Julia (Belen Ruéda) que sofre de uma doença degenerativa que faz com que fique gradualmente cega. Julia descobre que a sua irmã, que também sofria da mesma doença, cometeu suicídio; não acreditando nesse facto, Julia vai à descoberta da verdadeira razão pela qual a irmã morreu.

Trailer:



Insidious


Photobucket

Dia 9 de Junho de 2011 será o dia em que poderemos vê-lo ao cinema.
Dos criadores de Saw e Paranormal Activity, promete ser um bom filme de terror.
Quando um casal herda uma velha casa, um acidente resulta no estado de coma de um dos filhos. A tragédia torna-se pior quando eles são incomodados por espíritos vingativos e descobrem que o filho está com sua consciência presa num reino escuro e sombrio.


Trailer:



Ainda sem data prevista para Portugal:


Don't be afraid of the dark


The Roommate

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

True Grit - Indomável (2010)

"Punishment comes, one way or another."

Não sou fã de remakes, ponto final; contudo, não vi o True Grit de 1969, pelo que não poderei fazer muitas comparações. Os realizadores e irmãos Coen são uma dupla imparável e complementam-se um ao outro de forma perfeita. Não me vou incidir sobre a Academia nesta crítica, mas devo dizer que 10 nomeações é um exagero e que Hailee Steinfeld merecia estar nomeada para outra categoria; não se entende a Academia por vezes.
Fargo, The Man Who Wasn't There
e No Country For Old Men são alguns títulos especiais desta dupla, e True Grit não é excepção: é mesmo algo de especial. O género Western teve um excelente regresso!

A premissa do filme é muito simples. Após o seu pai ter sido morto por Tom Chaney (Josh Brolin), Mattie Ross (Hailee Steinfeld) decide capturar o assassino. Para ajudá-la, ela contrata o melhor U.S. marshal que ela consegue encontrar, um homem com "true grit" (garra) : Reuben J. "Rooster" Cogburn (Jeff Bridges). Mattie Ross é determinada e a sua teimosia e insistência faz com que Cogburn acabe por concordar que ela o acompanhe na captura. Apesar do carácter de Cogburn, Mattie Ross não deixa de ter fé nele. O Ranger do Texas LaBoeuf (Matt Damon), que quer Chaney pelas suas razões, também os acompanha. Este trio imprevísivel encontra perigo e muitas surpresas nesta sua grande aventura.

Dou os meus sinceros parabéns aos realizadores. O True Grit de 2010 nem é considerado um remake do de 1969, mas sim uma poderosa re-criação. Não sou propriamente fã de Western, mas este filme consegue ser um Western excelente, sendo também o primeiro do género para os realizadores. Toda a história gira em torno da perspectiva da nossa sensível jovem heroína, Mattie Ross, e tem algumas referências e citações biblícas, que contrasta e dá resposta às acções violentas. É uma adaptação muito fiel ao livro de Charles Pontis, realizado com grande mestria. Os realizadores conseguiram transpor o argumento e delinear uma premissa que se desenrola muito bem ao longo do filme. A premissa é de facto bastante simples e não é muito complexa, havendo uma sensação de que “poderia haver algo mais”. Posso também afirmar que o filme é previsível. O filme tem substância, mas fica algo a desejar. A atmosfera de western é evidente, os cenários e o guarda-roupa estão absolutamente fantásticos! Os diálogos estão muito bem concebidos, não só o que é dito mas como é dito, e dão muita autenticidade ao filme.

As pessoas que viram a primeira adaptação de True Grit de 1969 receavam que Jeff Bridges não conseguisse igualar a interpratação do lendário John Wayne: enganaram-se. Jeff Bridges conseguiu ultrapassar a pressão e balançar muitíssimo bem o humor e seriedade, de uma forma que é muito agradável de se ver. O actor reinventa-se a cada personagem que interpreta. Neste filme vemos o seu regresso triunfante, absolutamente perfeito. Haillee Steinfeld foi espectacular, realmente surpreendente e muitíssimo credível. Não é por ter 14 anos que fiquei incrédula; nem que a rapariga já fosse adulta e experiente, eu diria exactamente o mesmo: teve uma interpretação muito forte, carregou o filme às costas com a sua teimosa e determinada personagem. Já Matt Damon ficou um bocadinho ofuscado com Bridges e Hailee, mas a sua personagem não exigia muito, portanto já se estava à espera. No entanto, não deixou de estar bem, interpretando a personagem de uma forma descontraída e divertida. Já Josh Brolin,o ponto negativo é mesmo o facto de ter sido curto, não consegui ver o suficiente dele.

Outros pontos fortíssimos do filme estão inseridos na fotografia e cinematografia. Roger Deakins fez um excelente trabalho, o filme parece que foi filmado mesmo na época, e parece mesmo um vintage Western.
A banda sonora tem os seus momentos altos e outros que não se destacam, mas realmente a mestria de Carter Burwell é evidente; a sonoridade intercalada com o diálogo dá uma sensação de veracidade ao filme.

True Grit é um filme que entretém bastante: é cativante, com um toque de suspense e muita comédia. Não é o melhor filme dos Coen, contudo é mais uma obra por parte dos realizadores. Os pontos negativos mais eminentes são o facto de que, no fim, deixar algo a desejar e ser demasiado simples, podendo ter mais acção. De uma maneira geral, é uma boa experiência cinematográfica e que realmente transporta o espectador à época. Fãs de Western, aqui têm um excelente e esperado regresso do género. Não desiludirá.


EXAME

Realização:
9/10
Actores: 8/10
Argumento/Enredo: 7/10
Duração/Conteúdo: 8/10
Banda Sonora: 7/10
Fotografia: 9/10
Transmissão da principal ideia do filme para o espectador: 8/10

Média global: 8/10

Crítica feita por
Joana Queiroz

Informação

Título em português:
Indomável
Título original: True Grit
Ano: 2010
Realização: Joel Coen, Ethan Coen
Actores: Jeff Bridges, Hailee Steinfeld, Matt Damon, Josh Brolin, Barry Pepper

Trailer do filme:

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Pan's Labyrinth (2006)

"In darkness, there can be light. In misery, there can be beauty. In death, there can be life...."

Pan's Labyrinth (El Laberinto del Fauno) é um filme mexicano e espanhol que é considerado um dos melhores filmes de 2006. O filme é fantástico, e nos dois sentidos da palavra.O visionário Guillermo Del Toro brinda-nos com uma fábula gótica e sombria com um conteúdo recheado de alegorias e metáforas inteligentes, inserido num cenário de guerra.

O filme começa com uma história sobre uma Princesa que abandonou o seu reino subterrâneo para conhecer a realidade humana, e as repercussões dessa mesma acção.
Posteriormente, somos levados para a acção presente. Espanha de 1944, cinco anos pós a Guerra Civil Espanhola.
Somos remetidos para Ofelia (Ivana Baquero), uma menina de 10 anos fascinada por literatura fantástica e de contos de fadas que está a viajar com a sua mãe Carmen (Ariadne Gil) para o campo. Vão encontrar o padrasto de Ofelia, Vidal (Sergi Lopez). Ele é Capitão das Forças Fascistas do Ditador General Francisco Franco, que cria um estado católico, autoritário e corporativo.
Vidal é sádico e não nutre qualquer sentimento por Ofelia, e despreza a mãe. Numa ida à floresta próxima da residência, Ofelia encontra um labirinto que leva a uma trilha subterrânea. Lá, conhece uma estranha criatura: um Fauno, metade humana, metade bode. Ele convence-a de que ela é a princesa perdida do reino subterrâneo e que precisa de realizar três tarefas para voltar a reinar. Ao mesmo tempo que Ofelia embarca nessa viagem de fantasia, Vidal continua na sua missão sádica e franquista de eliminar os rebeldes que ameaçam o governo do território.

Guillermo Del Toro é um realizador extremamente inteligente. Esta obra é um debate social/político e uma crítica aos ideais fascistas, tendo como plano de fundo a viagem de fantasia de Ofelia. Já não é a primeira vez que o realizador utiliza a criança como plano de fundo para temas políticos (neste, a Guerra Civil Espanhola). Contrasta os dois mundos: a fantasia e a realidade; aponta-os, quase que obrigando o espectador a escolher o caminho a seguir.
A dualidade entre os dois mundos é evidente na personagem principal, pois o mundo de fantasia surge como uma maneira de fugir da realidade seca. O realizador mistura as personagens reais com as personagens fantásticas, e de certa maneira podemos fazer uma analogia entre as criaturas horríveis que Ofelia vê e a impetuosidade de Vidal: os humanos são as verdadeiras criaturas. Essa dualidade de realidade/fantasia pode ser igualmente transposta para as diferenças entre os mundos de Ofelia e Vidal: por um lado, ela acredita na fantasia, imaginação e sonhos; já Vidal transpira rigidez e é produto de um mundo fascista e franquista, tendo como ideologia principal a violência. Muita gente pode considerar este argumento demasiado fantasioso, ou muito “Crónicas de Nárnia”, mas eu considero um argumento competente que foi transposto para o ecrã pela magnífica visão do realizador.
Guillerme Del Toro fez um trabalho brilhante na realização, não falha em transpôr a mensagem que queria.
Visualmente, é um festival de cores e efeitos soberbos. A magnífica fotografia faz com que pareça, literalmente, um livro rústico de fábulas.
O filme é um pouco longo, mas as sequências são muito bem filmadas e a história é desenvolvida de uma maneira pouco cansativa
. Não é aborrecido, e a atmosfera de suspense é criada, e há sempre o factor surpresa. Claro, que há sempre alguns clichés, principalmente no mundo de fantasia de Ofelia e o facto de ela sair ilesa de tudo; mas pronto, com as personagens principais é sempre assim.

O filme não seria tão bom quanto é se não tivesse a magnífica performance por parte dos actores. Destaco Ivana Baquero, que aos 11 anos de idade consegue dar uma interpretação incrível e que nos faz ligar à personagem. Quem chama igualmente a atenção é Sergi Lopez, que interpreta o imponente Capitão Vidal. Fez um excelente trabalho, criou um vilão odiável, e consegue ser mais repugnante do que as criaturas do mundo de fantasia.


De uma maneira geral, creio que é um filme que deve ser visto, independentemente do género. Deve-lhe ser concedida uma oportunidade de visualização, pois reúne todas as qualidades possíveis. Claro está, pode não agradar a todos, mas isso é como todos os pedaços cinematográficos que existem por aí.
Bravo a Guillermo Del Toro, que nos presenteia com um bom filme e que não precisa de ser Hollywoodesco para ser brilhante.


EXAME

Realização:
9/10
Actores: 8/10
Argumento/Enredo: 8/10
Duração/Conteúdo: 7/10
Fotografia: 9/10
Transmissão da principal ideia do filme para o espectador: 8/10

Média global: 8.2/10

Crítica feita por Joana Queiroz


Informação

Título em português: O Labirinto de Fauno
Título original: El Laberinto Del Fauno
Ano: 2006
Realização: Guillermo Del Toro
Actores: Ivana Baquero, Sergi Lopez,
Ariadne Gil

Trailer do filme:


terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

TOP Ficção Científica - Década de 90

A década de 90 foi uma boa década para o género.
Aqui fica uma lista dos filmes que considero ter sido os melhores de Ficção Científica, e não hesitem a partilhar a vossa opinião!


The Matrix (1999)


Não vou elaborar um texto maior do que este, pois há apenas uma palavra para descrever este filme e o seu impacto nos anos 90: MATRIX. É que basta dizer essa palavra para saber que The Matrix constituiu o derradeiro clássico da década e revolucionou completamente o género.

Crítica: Aqui
Trailer:





Gattaca (1997)

Photobucket

Para quem me conhece bem, sabe que Gattaca é um dos meus filmes de eleição, não só no género de Ficção Científica mas também de uma maneira geral. Conta com a interpretação de um dos meus actores favoritos, Ethan Hawke, como também Jude Law, Uma Thurman e Alan Arkin. Recomendo vivamente.
Num futuro não tão distante, os ricos podem criar descendentes perfeitos, manipulando os genes. A pessoa que não surgir disso é considerada inválida. Vicente (Ethan Hawke) é considerado como tal. Disposto a tornar-se um astronauta da corporação Gattaca, ele elabora uma estratégia: compra os genes perfeitos de um jovem acidentado Jerome (Jude Law) e consegue transformar-se nele. Alcança o seu sonho, mas o assassinato do director de Gattaca complica qualquer plano.


Crítica:
Aqui
Trailer:




Apollo 13 (1995)

Photobucket

Ok... Tom Hanks + Kevin Bacon + Lua = filme obrigatório. Como já sabem, filmes que envolvam a NASA são sempre agradáveis para mim.
"Houston, we have a problem." Suspensos a mais de 350.000 mil quilómetros da Terra numa nave espacial avariada, três astronautas vêem-se imersos numa desesperada batalha pela sobrevivência.
Um filme brilhante, cada vez que o vejo faz com que o meu sonho de ir à Lua seja esquecido (temporariamente).

Crítica:
Brevemente
Trailer:




Jurassic Park (1993)

Photobucket

Tinha dois anos quando o filme estreou, é um facto, mas lembro-me de o ver quando tinha 5 aninhos e de ter adorado.
Quando era mais pequena era completamente viciada em dinossauros e sabia tudo sobre eles, pelo que Jurassic Park tornava-se obrigatório para mim.

É um clássico do realizador Steven Spielberg.


Crítica: N/A
Trailer:




Terminator 2: Judgment Day (1991)


Photobucket

Terminator 2 constitui a sequela de Terminator de 1984. Foi mais caro, com mais efeitos especiais e melhor sucedido nas bilheteiras. Na minha opinião, é mesmo o melhor da saga realizada por James Cameron.
O andróide T-101 que no primeiro filme tentou matar Sarah Connor tem agora que proteger o filho adolescente desta, John Connor, de um novo andróide modelo T-1000 que tem ordem para o matar.


Crítica: N/A

Trailer:




Twelve Monkeys (1995)


Photobucket

Twelve Monkeys é bem capaz de ser o filme de Ficção Científica mais incompreendido do Cinema. É realizado por Terry Gilliam, um realizador conhecido por fazer filmes muito complexos e incompreendidos, todavia brilhantes.
O filme passa-se no ano 2035. Após um vírus mortífero ter assolado a Terra, os sobreviventes refugiam-se em comunidades subterrâneas. Cole (Bruce Willis) oferece-se para viajar até ao passado e conseguir uma amostra do vírus, com a qual os cientistas poderão fabricar um antídoto. Mas Cole terá ainda de encontrar o Exército dos 12 Macacos, um grupo radical associado à doença causada pelo vírus.

Crítica:
Brevemente
Trailer:




The Fifth Element (1997)

Photobucket

The Fifth Element conta com um elenco extraordinário e com efeitos especiais magníficos para a altura. Adorei o filme!
O filme é passado no distante ano 2257. Uma esfera do tamanho de um planeta, representando o mal supremo, está a aproximar-se da Terra a uma velocidade imparável, ameaçando exterminar todos os organismos vivos, a não ser que quatro pedras antigas que representam os elementos: terra, vento, fogo e água, sejam unidas com um misterioso 5º Elemento.


Crítica: N/A

Trailer:




Armageddon (1998)


Photobucket

A
comunidade científica não morre de amores por Armageddon, pelas suas irremediáveis falhas. No entanto, devo dizer que, apesar de não ser um filme excelente, é agradável e é dos filmes que vi mais vezes (e não me farto). Billy Bob Thornton e Bruce Willis estão excelentes nos papéis que desempenham.

A NASA tem conhecimento de que um asteróide do tamanho do Texas está em um curso de colisão com o nosso planeta. Se houver colisão, qualquer forma de vida deixará de existir na Terra, como o que exterminou os dinossauros. A única solução possível é enviar astronautas até a superfície do asteróide e perfurar 800 pés para colocar um bomba nuclear, detonando-a por controle remoto. Para cumprir essa tarefa é chamado o mais famoso perfurador de petróleo (Bruce Willis) que exige que a sua equipa de técnicos o acompanhe, equipa essa com um comportamento nada convencional para os padrões do governo.

Crítica:
Brevemente
Trailer:




Mars Attacks (1996)

Photobucket

Se nunca viram este filme, aconselho que o vão ver o mais depressa possível. É um filme de comédia e ficção científica realizado pelo visionário Tim Burton. Não é o melhor filme por aí, mas não deixa de ser bom e constituir um clássico.
A Terra está a ser invadida por Marcianos munidos com armas intrigantes e um cruel senso de humor. O Presidente dos EUA, inicialmente convencido de que os Marcianos vieram em paz, rapidamente se vê impotente perante a ameaça que recai sobre o seu país e toda a humanidade. Contudo, é descoberta uma arma surpreendente pelos humanos, que não tardam em ripostar.


Crítica:
Brevemente
Trailer:




Pi (1998)

Photobucket

Pi constitui o primeiro filme realizado pelo brilhante Darren Aronofsky, e que conta com um score de Clint Mansell. É um filme de thriller e sci fi, extremamente complexo mas genial!
Max (Sean Gullette) é um matemático brilhante, atormentado e evita contacto com pessoas. Conseguiu construir um supercomputador que lhe permitiu descobrir o número completo do pi, que lhe permitiu descodificar o padrão numérico por trás do mercado de acções. À medida que vai se aproximando da solução, o caos vai engolindo o mundo à sua volta. Passa a ser cobiçado por representantes de Wall Street e também por uma seita que busca decifrar os mistérios da matemática.

Crítica:
Brevemente
Trailer:




Outros:

Photobucket

E ainda:

Contact, Truman Show, Astronaut's Wife, Mary Shelley's Frankenstein, Stargate, Star Trek Generations,Godzilla, Deep Impact, My Favorite Martian

por Joana Queiroz